Notice: Function _load_textdomain_just_in_time was called incorrectly. Translation loading for the ga-google-analytics domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home2/sonderyc/public_html/wp/wp-includes/functions.php on line 6170

Notice: Function _load_textdomain_just_in_time was called incorrectly. Translation loading for the wordfence domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home2/sonderyc/public_html/wp/wp-includes/functions.php on line 6170

Notice: A função _load_textdomain_just_in_time foi chamada incorretamente. O carregamento da tradução para o domínio themify foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home2/sonderyc/public_html/wp/wp-includes/functions.php on line 6170

Warning: Cannot modify header information - headers already sent by (output started at /home2/sonderyc/public_html/wp/wp-includes/functions.php:6170) in /home2/sonderyc/public_html/wp/wp-includes/feed-rss2.php on line 8
Fátima El Kadri, Autor em Sondery - Acessibilidade Criativa https://sondery.com.br/author/fatimaelkadri/ Fri, 18 Oct 2024 19:48:34 +0000 pt-BR hourly 1 https://sondery.com.br/wp/wp-content/uploads/2021/09/cropped-Sondery_Reduzido-32x32.png Fátima El Kadri, Autor em Sondery - Acessibilidade Criativa https://sondery.com.br/author/fatimaelkadri/ 32 32 O que é interseccionalidade e como ela pode mudar a representatividade para melhor? https://sondery.com.br/o-que-e-interseccionalidade-e-como-ela-pode-mudar-a-representatividade-para-melhor/ Wed, 28 Jun 2023 18:38:56 +0000 https://sondery.com.br/?p=2411 Nos últimos anos, a temática da diversidade ganhou um grande espaço na internet, nos programas de TV, entre os influenciadores digitais e em comerciais e anúncios. Nossa sociedade está cada vez mais atenta e cobrando a representatividade de pessoas com deficiência, negras, LGBTQIAPN+ em todas as áreas de atuação e produtos culturais. Nesse caminho, já […]

O post O que é interseccionalidade e como ela pode mudar a representatividade para melhor? apareceu primeiro em Sondery - Acessibilidade Criativa.

]]>
Imagem regular com fundo branco. Na lateral esquerda há uma montagem com quatro fotos, duas em cima e duas embaixo. A primeira é do lado esquerdo de uma mulher branca, de cabelos loiros platinados um pouco abaixo das orelhas e com franja um pouco acima das sobrancelhas. Ela usa uma blusa amarela mostarda com um casaco preto por cima. A segunda é a lateral direita de um homem negro, de cabelos curtos e olhos também pretos. Ele usa uma camiseta azul clara com mangas curtas brancas. Ele segura uma bola de basquete laranja com detalhes pretos com a mão direita. A terceira foto é a lateral de uma cadeira de rodas esportiva branca com o toco da perna esquerda de uma pessoa branca aparente. A quarta foto é a lateral direita de uma cadeira de rodas prateada com a perna direita de uma pessoa branca. Ela usa tênis branco de cano alto.


Nos últimos anos, a temática da diversidade ganhou um grande espaço na internet, nos programas de TV, entre os influenciadores digitais e em comerciais e anúncios.

Nossa sociedade está cada vez mais atenta e cobrando a representatividade de pessoas com deficiência, negras, LGBTQIAPN+ em todas as áreas de atuação e produtos culturais.

Nesse caminho, já tivemos muitos avanços. Hoje, vemos casais homoafetivos em propagandas de marcas famosas, como o Boticário e Hering, assim como há também a presença de atores e atrizes transexuais em novelas, filmes e séries, coisa que não acontecia até bem pouco tempo atrás. 

Mas e as pessoas com deficiência, onde estão? Embora haja um movimento para que artistas e outros profissionais com deficiência ganhem mais destaque na mídia e na publicidade, as ações em prol da representatividade desse público ainda são bem isoladas.

E quando a gente fala em representatividade, muita gente pensa em pessoas com uma única característica para retratar um grupo ou um perfil, né? Mas é claro que nós podemos ir muito além disso. Você já ouviu falar de interseccionalidade? 

Venha aprender mais sobre interseccionalidade com a gente e descubra como ela pode mudar para melhor a maneira como você faz  suas campanhas publicitárias e de marketing.

Afinal, o que é interseccionalidade? 

É a representação de uma ou mais características ou marcadores sociais em uma pessoa. Na verdade, hoje em dia, é muito difícil encontrar alguém que não tenha interseccionalidade. Ser uma mulher com deficiência já é uma delas. Temos também pessoas negras com deficiência, pessoas LGBTQIAPN+ com deficiência, 60+,  entre tantas outras combinações.

Representatividade: um caminho ainda distante

A interseccionalidade é uma estratégia muito bem-vinda nas campanhas de marketing, pois, além de conectar o seu produto ou serviço com públicos diversos, ajuda a ampliar ainda mais o olhar para as diferenças. Mas, de acordo com análises recentes, a publicidade ainda está bem distante dela, já que nem consegue dar a visibilidade necessária às pessoas com deficiência.

A pesquisa Visibility of Disability: Portrayals of Disability in Advertising (Nielsen, 2021), mostra que, apesar de mais de ¼ da população americana apresentar algum tipo de deficiência (26%), ela aparece em apenas 1% dos comerciais de TV. E mais: das cerca de 6 mil propagandas que contam com uma pessoa com deficiência, mais da metade fala sobre saúde ou sobre cuidados relacionados à deficiência.

Aqui no Brasil, o cenário não é muito diferente. É o que diz a pesquisa TODXS, desenvolvida  pela ONU Mulheres, Heads Propaganda e pelo movimento Aliança sem estereótipos, de 2020, De acordo com a pesquisa, apenas 1,2% de todas as campanhas veiculadas na TV e na Internet trazem personagens com algum tipo de deficiência. 

A interseccionalidade de pessoas com deficiência na mídia: alguns exemplos

A Sondery tem dois trabalhos que são bons exemplos de representatividade e interseccionalidade na publicidade brasileira. Os comerciais de dia dos namorados e páscoa da Lacta, feitos pela agência Publicis Brasil com a consultoria da Sondery, trouxeram uma protagonista surda se comunicando em língua de sinais e uma mulher com baixa visão e seu filho trocando uma mensagem em Braille, representando de forma respeitosa e autêntica uma mulher com deficiência com autonomia e independência na televisão. 

Na campanha de Dia dos Namorados de 2023, a marca de roupas masculinas Reserva surpreendeu ao trazer imagens do casal Andrea Schwarz e Jacques Haber, empresários e influenciadores na área de D&I. Andrea usa cadeira de rodas e Jacques é um homem sem deficiência. 

A campanha ilustra bem o que, em pleno século 21, ainda é um tabu na sociedade: que pessoas com deficiência não só podem, como devem amar e ser amadas. <3

Duas fotos em preto e branco, lado a lado, do casal Andrea Schwarz e Jacques Haber. Ela é uma mulher loira, magra, de cabelos ondulados e cadeirante, e ele um homem de cabelos curtos pretos. Na primeira foto, Jacques está apenas de cueca e segura Andrea nos braços enquanto beija o pescoço dela, ela está de calcinha e sutiã brancos, de olhos fechados com o rosto para cima, colocando os dedos nos cabelos de Jacques. Na segunda foto, Andrea está em sua cadeira de rodas, usa uma camisa de botão grande por cima de um sutiã preto e Jacques está atrás dela, beijando a nuca da mulher; ele usa um pijama listrado.

A gigante de brinquedos Mattel, responsável pela boneca Barbie, está correndo atrás do prejuízo e criando novos modelos com maior representatividade. Atualmente, já é possível encontrar versões da personagem negra, cadeirante e com síndrome de down. 

Foto da boneca Barbie Fashionista Negra Com Cadeira de Rodas. Ela é uma Barbie negra com longos cabelos ondulados, usa um óculos em formato de coração, vestido de listras horizontais coloridas, pochete branca e uma cadeira de rodas vermelha e preta. Ao lado dela há uma pequena rampa de acesso roxa de plástico.

E até a Disney – finalmente – percebeu que suas personagens mais icônicas não precisam ser só brancas, elegendo uma atriz negra, a Halle Bailey, para o papel principal em sua versão mais recente do clássico “A Pequena Sereia”.

Cena do filme A pequena sereia. Sentada sobre uma pedra no fundo do mar, cercada por peixes, há uma sereia. Ela é negra, tem longos cabelos marrom claro, usa um top roxo e tem uma cauda verde. Ao lado dela há um caranguejo.

Não é incrível? 

O desafio da inclusão interseccionalidade nas campanhas publicitárias 

Apesar das boas notícias, ainda estamos bem longe do ideal. Não podemos esquecer que, dentre as 45 milhões de pessoas que pertencem a este grupo (Censo IBGE, 2010), encontramos todos os tipos de interseccionalidade: entre raça, gênero, orientação sexual, idade, religião, etc.

Nesse sentido, o desafio atual é ir além dos padrões estéticos que foram construídos ao longo de décadas, para, enfim, refletir toda a diversidade do povo brasileiro nas campanhas publicitárias, tornando-as mais próximas da realidade dos consumidores. 

Mas, para que isso seja possível, as empresas de publicidade também precisam fazer a sua parte e se adequar, isto é, permitir que suas equipes sejam mais diversas. 

O Censo da Diversidade das Agências Brasileiras, realizado este ano pelo Observatório da Diversidade na propaganda, aponta que os quadros de funcionários das agências refletem exatamente o que vemos nas campanhas publicitárias. Confira os principais resultados que evidenciam a falta de diversidade no mercado publicitário: 

  •  85% dos cargos de CEO são ocupados por homens, sendo somente 8% negros e nenhuma mulher negra. 
  • Nos cargos de gerência e acima, os negros representam apenas 10%, enquanto as mulheres negras são 4,6%.
  • Apenas 1,6 % dos funcionários de agências de publicidade são pessoas com deficiência, sendo 0,7% em cargos de gerência e nenhum CEO. 

Obviamente, a baixa diversidade nas equipes traz alguns problemas: o primeiro deles é que a falta de vivências e percepções distintas limita a visão dos profissionais, que não se comunicam com pessoas de estilos e realidades diferentes. 

O segundo é que as agências podem não estar cumprindo a Lei de Cotas (8213/91), que determina que as empresas com 100 ou mais funcionários reservem de 2% a 5% dos postos de trabalho para pessoas com deficiência. Por essas e outras razões, é importante buscar a diversidade no ambiente de trabalho. 

Foi justamente para mudar essa realidade que a Sondery foi criada. Nosso trabalho é garantir que as pessoas com deficiência sejam representadas na publicidade e que, além disso, elas possam consumir este conteúdo de forma acessível. Assim, a escolha de incluir uma personagem diversa deve ser feita de maneira intencional, mas não precisamos nos limitar em uma ou outra característica apenas, pois, como já vimos, a nossa sociedade é diversa e existem muitas pessoas com múltiplas características.

E você, já pratica a inclusão de pessoas com deficiência e a representatividade em sua estratégia de marketing? Conte com a Sondery para criar campanhas mais diversas.

O post O que é interseccionalidade e como ela pode mudar a representatividade para melhor? apareceu primeiro em Sondery - Acessibilidade Criativa.

]]>
O que é Design universal e por que é uma boa maneira de pensar em acessibilidade? https://sondery.com.br/o-que-e-design-universal-e-por-que-e-uma-boa-maneira-de-pensar-em-acessibilidade/ Tue, 13 Jun 2023 19:16:13 +0000 https://sondery.com.br/?p=2398 Se você trabalha com a criação de novos produtos, serviços ou espaços públicos, deve pensar na usabilidade desses itens, afinal, quanto mais fáceis de utilizar e acessíveis eles forem, melhor.  No entanto, poucas são as empresas e órgãos públicos que seguem corretamente as diretrizes do Design Universal, um conjunto de normas criado para desenvolver produtos, […]

O post O que é Design universal e por que é uma boa maneira de pensar em acessibilidade? apareceu primeiro em Sondery - Acessibilidade Criativa.

]]>
Ilustração retangular com fundo branco. Na parte esquerda e central da imagem há uma porta branca com batente azul claro.


Se você trabalha com a criação de novos produtos, serviços ou espaços públicos, deve pensar na usabilidade desses itens, afinal, quanto mais fáceis de utilizar e acessíveis eles forem, melhor. 

No entanto, poucas são as empresas e órgãos públicos que seguem corretamente as diretrizes do Design Universal, um conjunto de normas criado para desenvolver produtos, serviços e ambientes que possam ser utilizados por todas as pessoas, independente de suas características físicas, capacidades ou limitações.

Você já conhece o conceito de Design Universal? Neste artigo, abordamos seus sete princípios e por que eles são fundamentais para o sucesso de qualquer projeto!

O que é design universal?

O conceito de Design Universal foi desenvolvido por professores de arquitetura da Universidade da Carolina do Norte (EUA), cujo objetivo era definir quais as características necessárias para que um projeto de produtos e ambientes pudesse ser utilizado por todas as pessoas.

Segundo o guia “Desenho Universal e acessibilidade na cidade de São Paulo”, desenvolvido pela Secretaria Municipal da pessoa com deficiência de São Paulo, o objetivo do design universal é a “concepção de produtos, ambientes, programas e serviços a serem usados por todas as pessoas, sem necessidade de adaptação ou de projeto específico, incluindo os recursos de Tecnologia Assistiva”; conforme a Lei Federal 13.146/15 – Lei Brasileira de Inclusão”.  

Ele não abrange somente as pessoas com deficiência, mas toda a diversidade humana e seus perfis. Por isso, podemos dizer que, utilizando os princípios do desenho universal, automaticamente promovemos a diversidade, a inclusão e também a acessibilidade. 

Os 7 princípios do Design Universal

Conheça os princípios essenciais para deixar qualquer projeto mais acessível.

1. Igualitário – uso equiparável 

É o espaço ou produto que pode ser utilizado por qualquer pessoa, sem a necessidade de apoio ou mudanças. Um exemplo são as portas automáticas, presentes nos shoppings. 

E sabe aquela porta giratória ou com trava automática que é bem pesada? Pois é, elas são um pesadelo para pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida. Pessoas com TEA (Transtorno do Espectro Autista), também podem se sentir incomodadas com esse modelo, como bem mostra a série “Uma Advogada Extraordinária” (Netflix). Se você ainda não assistiu a essa série, eu recomendo.  

2. Adaptável – uso flexível 

Quando um novo produto, serviço ou ambiente é desenvolvido, o ideal é que os conceitos do design universal sejam considerados desde sua concepção, porém, sabemos que muitos produtos foram criados sem levar isso em conta. 

Por exemplo, um computador mais antigo não possui um software para leitura de tela; é preciso implementar uma ferramenta como o Dosvox para que uma pessoa com deficiência visual possa utilizá-lo. 

Felizmente, com o avanço tecnológico, os computadores e smartphones mais modernos já estão sendo fabricados com a função, o que facilita muito a navegação de pessoas cegas ou com baixa visão.

3. Óbvio – uso simples e intuitivo 

Um dos princípios mais importantes é que ele seja óbvio. Isso mesmo. Que as pessoas consigam entender rapidamente como o produto funciona, independente de sua experiência, conhecimento ou habilidades.

4. Conhecido – informação de fácil percepção 

Quando chegamos a um local desconhecido, buscamos por placas de localização, ou seja, indicações e sinais claros que nos ajudam a reconhecer onde estamos e o que buscamos exatamente. É por isso que todo projeto de design universal deve contemplar também os símbolos de acessibilidade e suas representações em Braille, válidos em qualquer lugar do mundo.

5. Seguro – tolerante ao erro

Todo projeto deve ter seus próprios dispositivos de segurança e ser verificado periodicamente, a fim de evitar acidentes que possam ser causados por falhas humanas. 

O elevador possui um sensor que impede a abertura das portas enquanto ele está em movimento ou quando não estiver parado no respectivo andar. Onde houver escadas, além de respeitar a altura correta dos degraus, é recomendável instalar corrimões nas paredes. O objetivo aqui é sempre minimizar riscos para os usuários. 

6. Sem esforço – baixo esforço físico 

Quer ver outro exemplo claro de como o Desenho Universal facilita muito nosso dia a dia? Quem tem limitações nos movimentos das mãos dificilmente consegue abrir um saco de salgadinho ou usar um abridor de latas comum. Por isso, algumas empresas criaram as embalagens com tarja “abre fácil” e substituíram as latas pela embalagem de papelão, tornando o manuseio desses produtos mais simples para todo mundo.

7. Abrangente – dimensão e espaço para aproximação e uso

O design universal estabelece as dimensões de altura e largura adequadas para que todas as pessoas tenham acesso a um local ou objeto, como, por exemplo, a largura de uma porta para que uma pessoa cadeirante consiga entrar, ou a altura ideal de um armário para uma pessoa com nanismo.

Como aplicar o Design Universal na prática? 

Nas explicações acima, já trouxemos alguns exemplos de adaptações feitas por meio do Design Universal. 

Mas, como dissemos anteriormente, o ideal é que estes princípios sejam incorporados desde a concepção do projeto, para não gerar retrabalho ou prejuízos desnecessários. Se você quer lançar um produto ou serviço do zero, veja algumas recomendações:

1. Produtos

Fazer testes com seu público-alvo é a melhor maneira de descobrir se o seu produto está seguindo as normas do desenho universal.

2. Estabelecimentos comerciais

Criar espaços acessíveis é prioridade. Caso seja uma loja física, deve ter rampas e dimensões adequadas para cadeirantes, por exemplo.

Se for uma loja virtual, é necessário pensar nas imagens e descrições dos produtos. Além disso, o layout deve ser de fácil navegação e com recursos de acessibilidade, como o plugin da Hand Talk, que traduz os textos escritos para a Libras.

3. Eventos e cursos

O design universal permite que todos possam usufruir do seu conteúdo. Alguns recursos básicos são legendas, janela de Libras e estenotipia (legendas em tempo real para acompanhamento de pessoas surdas não alfabetizadas na Língua Brasileira de Sinais), assim como a auto descrição e audiodescrição. Saiba mais sobre acessibilidade em eventos neste outro texto do nosso blog.

4. Campanhas de marketing

 Quer que suas ações de marketing alcancem o maior número de pessoas possível? Invista no design universal em suas campanhas. Além de todos os itens citados acima, não esqueça de incluir o texto alternativo (descrição de imagens) em seus posts nas redes sociais e e-mails.

Benefícios do Design Universal 

Ainda tem dúvidas sobre as vantagens do Design Universal para sua empresa? Abaixo, listamos algumas:

  • Ampliar a receita: como ele é feito para todas as pessoas, você pode conquistar mais clientes e aumentar a rentabilidade do seu negócio. 
  • Oferecer produtos e serviços qualificados e de acordo com a legislação: com o design universal, você aprimora a qualidade dos seus produtos e serviços, já que é necessário seguir um padrão.
  • Melhorar a reputação da empresa: a preocupação com o design universal evidencia que a sua empresa se importa com a inclusão e o bem-estar das pessoas, impulsionando sua imagem no mercado.

Deu para perceber por que o Design Universal é importante não só para sua empresa, mas para a sociedade? 

Então não perca tempo e comece a implementá-lo em seus projetos. E se ainda tiver dúvidas, fale com a Sondery, que tem os especialistas certos para te apoiar!

O post O que é Design universal e por que é uma boa maneira de pensar em acessibilidade? apareceu primeiro em Sondery - Acessibilidade Criativa.

]]>
Conheça 7 exemplos de acessibilidade que vão além da rampa https://sondery.com.br/conheca-7-exemplos-de-acessibilidade-que-vao-alem-da-rampa/ Fri, 19 Nov 2021 18:00:05 +0000 https://sondery.com.br/?p=2203   Um mundo ideal é um mundo acessível. O que muita gente nem percebe é que a acessibilidade vai muito além da rampa. Quando um projeto de acessibilidade é bem-feito, ele considera todos os tipos de deficiências. A tecnologia assistiva, por exemplo, é fundamental para dar mais autonomia às pessoas surdas, cegas ou com tetraplegia. […]

O post Conheça 7 exemplos de acessibilidade que vão além da rampa apareceu primeiro em Sondery - Acessibilidade Criativa.

]]>
Uma parede de tijolinhos aparentes com várias placas azuis com os símbolos de acessibilidade, como o símbolo internacional do acesso, o símbolo de Braille, o símbolo de pessoa com deficiência visual, símbolo de legendas, símbolo de pessoa com deficiência auditiva, símbolo de pessoa com nanismo.

 

Um mundo ideal é um mundo acessível. O que muita gente nem percebe é que a acessibilidade vai muito além da rampa. Quando um projeto de acessibilidade é bem-feito, ele considera todos os tipos de deficiências.

A tecnologia assistiva, por exemplo, é fundamental para dar mais autonomia às pessoas surdas, cegas ou com tetraplegia. Mas também há recursos que já estão tão incorporados ao nosso cotidiano, que acabam beneficiando também as pessoas sem deficiência.

Já parou pra pensar que você pode estar utilizando uma ferramenta de acessibilidade mesmo que não tenha nenhuma deficiência? Este é o princípio básico da acessibilidade: o que é bom para uma pessoa, tem que ser bom para todos! Faz sentido pra você? Então, continue a leitura e conheça 7 exemplos de acessibilidade que vão além da rampa.

Audiodescrição

Recurso em que um profissional especializado realiza a descrição das imagens (narração) seja em um filme, um programa de tv, uma fotografia ou até uma propaganda. Esse profissional não vai só descrever a aparência do personagem, ou se ele está numa casa azul e amarela. No caso de um filme, por exemplo, ele conta ao telespectador o que está acontecendo em cada cena, ou seja, as ações dos personagens.

Já imaginou se todos os programas de TV tivessem isso? No ano passado, o Burger King, com a consultoria da Sondery, realizou o primeiro comercial com audiodescrição no canal principal de áudio da TV brasileira, cujo protagonista era uma pessoa cega. Um marco histórico, que abre caminho para que outras empresas sigam o exemplo.

Dá uma conferida no resultado!

Algumas plataformas de streaming também já contam com audiodescrição, como é o caso da Netflix. Basta adicioná-la nas configurações de áudio e curtir o seu filme ou série.

Libras

Durante a pandemia, o que mais vimos foram lives, webinars e shows online, não é? E muitos deles tinham um intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais), que, junto com a legenda, são importantíssimos para tornar um evento acessível para os surdos e alfabetizados pela Língua Brasileira de Sinais.

Já estamos acostumados a ver os intérpretes fazendo os sinais sempre no cantinho da tela. A novidade é que já tem muita gente inovando e tirando os intérpretes da janelinha, como foi o caso do Festival PopPlus, realizado com a consultoria da Sondery. Nele, os intérpretes de Libras foram colocados no palco junto com as atrações, mostrando que eles também fazem parte da experiência do show! Olha só como foi:

Legendas Closed Caption

As legendas automáticas para a televisão surgiram ainda nos anos 90, trazendo uma super inovação tecnológica na época, e hoje já estão disponíveis em qualquer aparelho de TV do mercado.

Com as legendas, fica mais fácil para uma pessoa surda alfabetizada assistir aos programas. Além das falas dos personagens, as legendas do Closed Caption também descrevem os sons que estão sendo emitidos, como por exemplo, som de chuva ou a entrada de uma música.

Mas, se você acha que esse recurso é útil só para quem tem deficiência auditiva, está muito enganado. Ele é bastante utilizado em academias e consultórios médicos, que normalmente deixam as TVs em volume baixo para evitar muito barulho no ambiente. Assim, todos conseguem acompanhar o programa enquanto estão malhando ou aguardando um atendimento.

Ilustração de uma mulher em uma esteira ergométrica de frente para uma televisão. Na TV estão duas mulheres sentadas uma de frente para a outra com um balão de conversa entre elas e abaixo uma barra com legendas. Abaixo há o texto: "Acessibilidade é melhor para todos! Closed Captions. Desde junho de 2015, o Estatuto da Pessoa com Deficiência prevê que as TVs exibam 20 horas de conteúdos com legendas ocultas”. No canto superior direito há o logo da Sondery, Acessibilidade Criativa.

Audiolivros

Apesar de ter ganhado força no Brasil somente nos últimos anos, o audiolivro não é um formato exatamente novo. Logo após inventar o primeiro aparelho capaz de gravar e reproduzir sons, em 1878, Thomas Edison já pensava em utilizar o aparelho para gravar livros narrados, especialmente para as pessoas com deficiência visual e pacientes internados em hospitais.

Mas foi somente na década de 1970 que surgiram os primeiros audiobooks nos EUA, que eram gravados em fitas K7 (se você não sabe o que é uma fita K7, pergunte ao Google)!

Atualmente, diante da facilidade de produção de áudios e distribuição via streaming, os audiolivros e podcasts se tornaram “queridinhos” de todo mundo que quer ter acesso a conteúdos longos, mas não tem muito tempo para ler. Além de serem muito acessíveis para pessoas com deficiência visual, é claro.

Leitor de tela e ampliador de texto

Ambos estão em todos os smartphones e computadores mais modernos, facilitando o manuseio desses dispositivos para quem tem deficiência visual. Porém, quem é que nunca ampliou um pouquinho o tamanho do texto para melhorar a experiência de leitura? O leitor de tela em voz alta também acaba sendo uma “mão na roda” para quem quer agilizar a leitura.

Elevador

Sim, ele mesmo! Como todo mundo já sabe, o elevador é um item importantíssimo para a acessibilidade arquitetônica, possibilitando o acesso de cadeirantes e de pessoas com outros tipos de deficiência física aos andares superiores de um edifício.

Mas a gente sabe, também, que o elevador não é construído só para quem tem deficiência física. No dia a dia, ele facilita a vida de todos os moradores, não é verdade? E vamos combinar que ele poupa um tempo e esforço danado, né?

Acessibilidade atitudinal

Esse é o tipo de acessibilidade que a gente não vê a olho nu, mas que todo mundo deve ter. A atitude que temos diante de uma pessoa com deficiência é mais importante do que qualquer tecnologia assistiva.

A acessibilidade atitudinal vai desde a forma como você fala com uma pessoa com deficiência até a maneira que você age quando está com ela. Pra começar, tire do seu vocabulário as expressões “deficiente” ou “pessoa com necessidades especiais”, o correto é mesmo PESSOA COM DEFICIÊNCIA, de acordo com definição da ONU.

É importante lembrar, ainda, que as pessoas com deficiência querem igualdade, ou seja, elas desejam ser vistas e tratadas como qualquer outra pessoa, no entanto, ainda é muito comum perceber atitudes como a infantilização (mesmo que ela seja adulta).

Quer ver um exemplo? Quando alguém pergunta algo sobre a pessoa sem se dirigir diretamente a ela, mas ao seu acompanhante.

Outra coisa que acontece com frequência é gritar ao se dirigir a alguém com deficiência auditiva. Isso não resolve nada, já que a audição dessa pessoa não depende do volume da voz. A atitude correta é falar pausadamente e olhando diretamente para ela.

Se quiser saber mais sobre acessibilidade atitudinal, aqui tem um artigo bem interessante sobre o tema. Vale conferir!

Viu só como a acessibilidade pode trazer benefícios para todas as pessoas, inclusive para você? Então, que tal descobrir como tornar o seu ambiente de trabalho mais acessível? Se precisar de ajuda, fale com a Sondery, que desenvolve projetos de acessibilidade personalizados para sua empresa.

O post Conheça 7 exemplos de acessibilidade que vão além da rampa apareceu primeiro em Sondery - Acessibilidade Criativa.

]]>
5 dicas para preparar um treinamento para pessoas com deficiência https://sondery.com.br/5-dicas-para-preparar-um-treinamento-para-pessoas-com-deficiencia/ https://sondery.com.br/5-dicas-para-preparar-um-treinamento-para-pessoas-com-deficiencia/#comments Thu, 19 Aug 2021 20:09:46 +0000 https://sondery.com.br/?p=1605 O investimento em treinamentos é algo muito importante e oferece retorno tanto para a empresa quanto para os funcionários. Afinal, quanto mais treinados eles são, melhor é o seu desempenho no trabalho e melhores são os resultados para os negócios. E, num ambiente corporativo cada vez mais diverso, é urgente a necessidade de criar treinamentos […]

O post 5 dicas para preparar um treinamento para pessoas com deficiência apareceu primeiro em Sondery - Acessibilidade Criativa.

]]>

O investimento em treinamentos é algo muito importante e oferece retorno tanto para a empresa quanto para os funcionários. Afinal, quanto mais treinados eles são, melhor é o seu desempenho no trabalho e melhores são os resultados para os negócios.

E, num ambiente corporativo cada vez mais diverso, é urgente a necessidade de criar treinamentos acessíveis para as pessoas com deficiência, para que elas tenham as mesmas oportunidades de capacitação.

No entanto, não é raro que essa necessidade passe despercebida pelos organizadores, que só se dão conta depois de alguém apontar o colega que não está entendendo o conteúdo. Isso acaba criando uma imagem desagradável para a empresa e desmotivando o funcionário ou aluno.

Se você ainda não sabe o que fazer para atender a esse público, continue a leitura e veja 5 dicas essenciais para organizar um treinamento para pessoas com deficiência.

1. Conheça bem o seu público

Ok, isso é meio óbvio. Mas, como estamos falando de pessoas com deficiência, não custa nada enfatizar, porque, nesse caso, vai um pouquinho além de saber o seu grau de escolaridade ou o cargo que ele ocupa. Estamos falando de pessoas com deficiência auditiva, física, intelectual ou visual. Você deve saber quais tipos de deficiência têm o seu público para adequar o conteúdo.

2. Escolha um local acessível

Antes de reservar o espaço, verifique se há cadeirantes ou pessoas com mobilidade reduzida, e se o local é de fácil acesso para pessoas nessas condições (com elevadores, rampas e banheiros adaptados). Lembre-se que o melhor local é o onde todos possam chegar sem problemas.

Esta questão também vale para treinamentos online. Escolha uma plataforma ou ferramenta acessível para realizar seu treinamento. Um aplicativo que não apresente barreiras na instalação, criação de usuário e nem para ingressar no treinamento.

3. Contrate os equipamentos e profissionais necessários

Em um treinamento para pessoas com deficiência, não podem faltar três recursos básicos:

1 – Intérprete de Libras: pessoa que faz a tradução do conteúdo na Língua Brasileira de Sinais (Libras), dando o suporte necessário aos surdos.

2Estenotipia: é a transcrição em tempo real da fala do instrutor em uma tela, por meio do Estenótipo, que por sua vez, é operado por um hábil estenotipista. É dele a tarefa de captar as palavras rapidamente e transmiti-las para que os participantes surdos e que tenham dificuldades com Libras possam acompanhar tudo direitinho.

3Audiodescrição: uma dupla irá fazer a descrição dos recursos visuais (imagens, vídeos, slides, gráficos e até das pessoas) para que as pessoas com deficiência visual possam ter acesso a esses conteúdos.

4 – Material em braile: os materiais impressos precisam ter versão em braile e os digitais devem ser acessíveis para leitores de tela (vídeos com audiodescrição e legendas). Aproveite a tecnologia para oferecer uma experiência melhor aos seus funcionários.

4. Comunique seu treinamento de forma eficiente

A comunicação também deve ser planejada para atingir a todos os públicos, senão seu trabalho irá por água abaixo, certo?

Utilize todos os canais disponíveis, especialmente as mídias digitais. Vale vídeo — com legendas e audiodescrição — e textos. Para divulgação impressa, não esqueça da versão em braile.

Também é fundamental descrever as imagens, para que pessoas cegas ou com baixa visão tenham acesso a todas as informações da sua divulgação, e não apenas aos textos.

5. Transporte com segurança

Caso o treinamento seja presencial e fora da empresa, preste atenção ao transporte, que deve ter acessibilidade para cadeirantes (veículo com rebaixamento) e condutores treinados para atender às necessidades de cada um.

Com essas orientações, você aumenta o engajamento de seus colaboradores com deficiência aos treinamentos. Mas, para garantir que nenhum detalhe escape, conte com a ajuda de uma consultoria que entende tudo de acessibilidade, como é o caso da Sondery.

O post 5 dicas para preparar um treinamento para pessoas com deficiência apareceu primeiro em Sondery - Acessibilidade Criativa.

]]>
https://sondery.com.br/5-dicas-para-preparar-um-treinamento-para-pessoas-com-deficiencia/feed/ 1
Saiba tudo que mudou na vida das pessoas com deficiência na última década https://sondery.com.br/2021-2/ Thu, 31 Dec 2020 19:24:34 +0000 https://sondery.com.br/?p=2021 O ano de 2020 ficará marcado para sempre como o ano da pandemia do Covid-19 e a mais grave crise de saúde pública que o mundo já viu, mas a boa notícia é que ele está chegando ao fim! E assim se encerra também mais uma década de lutas — e de diversas conquistas — […]

O post Saiba tudo que mudou na vida das pessoas com deficiência na última década apareceu primeiro em Sondery - Acessibilidade Criativa.

]]>
Quatro pedaços de papel preto recortados para formar os números de 2020 sobre um fundo cinza.

O ano de 2020 ficará marcado para sempre como o ano da pandemia do Covid-19 e a mais grave crise de saúde pública que o mundo já viu, mas a boa notícia é que ele está chegando ao fim! E assim se encerra também mais uma década de lutas — e de diversas conquistas — especialmente para as pessoas com deficiência.

A sociedade, finalmente, está enxergando as pessoas com deficiência com outros olhos. Olhos mais gentis, de quem vê a diversidade como valor essencial, e não como um problema a ser resolvido.

Nesses últimos 10 anos, foram dados passos muito importantes em direção a políticas mais efetivas de acessibilidade, inclusão e de combate ao preconceito. Mas também enfrentamos algumas ameaças aos direitos conquistados ao longo de mais de 60 anos de luta.

E como recordar é viver, resolvemos fazer uma retrospectiva dos fatos e conquistas mais importantes que realmente mudaram a vida das pessoas com deficiência nessa última década. Quer ver? Continue a leitura, porque tem muita coisa bacana!

Lei Brasileira de Inclusão — a maior conquista da década 

Há 5 anos, era aprovada a Lei Brasileira de Inclusão — ou Estatuto da Pessoa com Deficiência, (lei 13.146/2015), sem dúvida o maior feito já alcançado em toda a história do movimento, pois abrange os direitos da pessoa com deficiência em todos os aspectos da vida (saúde, educação, habitação, educação, trabalho, transporte, cultura, esporte, turismo etc.).

De autoria da senadora Mara Gabrilli, o projeto de lei foi elaborado com base no acordo da Convenção dos Direitos da Pessoa com Deficiência da ONU, do qual o Brasil é signatário. 

Assim sendo, podemos dizer que a maior parte das conquistas citadas a partir daqui são resultados diretos da LBI. 

Um novo conceito para a deficiência

O que significa deficiência para você? Se a palavra ainda te remete à inabilidade ou incapacidade, está mais do que na hora de rever os seus conceitos. A LBI ajudou a ressignificar aquela visão ultrapassada de quem só vê a deficiência como problema:

Considera-se pessoa com deficiência aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas.

Nesse contexto, a deficiência deixa de ser uma questão puramente biológica e se torna uma característica do indivíduo. Na verdade, o “defeito” está no meio social, que não é preparado para receber pessoas com características diferentes da maioria. Esse é um pequeno detalhe que faz uma baita diferença! Veja só quanta coisa boa a LBI trouxe.

Benefícios garantidos pela Lei Brasileira de Inclusão

Acessibilidade em todos os meios

Hoje, a grande maioria dos espaços públicos são considerados acessíveis, afinal a acessibilidade arquitetônica  já é lei desde o ano 2000. 

Mas, se você acompanha o nosso blog, já sabe que praticar a acessibilidade não é apenas fazer adaptações nos ambientes físicos. Os cinemas e demais atrações culturais ainda não oferecem recursos de acessibilidade para deficientes visuais e surdos, por exemplo. Essas pessoas ainda não possuem recursos para executar as atividades mais básicas, como pagar uma conta no banco ou acessar a internet sem auxílio. Se você duvida, leia este relato, que mostra como temos muito a evoluir neste quesito, e não estamos falando só de máquinas. Estamos falando, principalmente, de acessibilidade atitudinal.

A acessibilidade nos meios de comunicação é outro desafio que precisa ser superado, uma vez que, atualmente, apenas 1% dos sites no Brasil são considerados acessíveis.

Na última década, foram criadas várias empresas e ONGs voltadas a essa questão, como é o caso do Movimento Web para Todos e da própria Sondery, que são parceiras no desenvolvimento de websites acessíveis, além de fazer um trabalho de conscientização fundamental nessa área. 

Tem também a HandTalk, empresa que, em 2013, lançou uma ferramenta pioneira na conversão de textos de websites para LIBRAS, a linguagem brasileira de sinais. Se você nunca viu o Hugo e a Maya em ação, vale a pena dar uma olhada no site deles e levar esses bonitinhos para o seu site.

Prioridade no atendimento em serviços de saúde

A LBI garante o acesso a todos os tratamentos que a pessoa com deficiência necessita, por meio das redes de atenção à saúde (RAS) e pelo SUS (Sistema Único de Saúde). Além disso, devem ter atendimento prioritário nas unidades básicas de saúde, atendimento psicológico e nas atividades de socorro e proteção, que incluem as campanhas de vacinação.

Exercício pleno da sua capacidade civil

É assegurado às pessoas com deficiência o direito de constituir união estável ou se casar, garantindo o exercício dos direitos sexuais e reprodutivos como qualquer outra pessoa, assim como o direito ao voto. 

Mesmo as pessoas diagnosticadas com deficiência intelectual não podem mais ser consideradas totalmente incapazes de tomar decisões, podendo recorrer à tomada de decisão apoiada, que permite que o interessado escolha alguém para aconselhá-lo. Tudo isso se aplica a pessoas maiores de idade, claro.

Criminalização de atitudes contra pessoa com deficiência 

Pessoas que prejudicarem, impedirem ou anularem o exercício dos direitos e liberdades fundamentais da pessoa com deficiência estão sujeitas à pena de três anos, acrescida de multa.

Incentivo ao esporte paralímpico 

Você se lembra quantas medalhas o Brasil conquistou nos Jogos Paralímpicos do Rio-2016? 

O Comitê Paralímpico Brasileiro contabilizou 72, sendo 14 ouros, 29 pratas e 29 bronzes, contra apenas 19 nos Jogos Olímpicos, com 7 ouros, 6 pratas e 6 bronzes. 

Ambos os times tiveram o melhor desempenho da história da competição. 

Felizmente, a LBI também prevê o aumento de recursos destinados ao esporte. 

Educação e trabalho 

Garantir o acesso à educação e ao mercado de trabalho é um dos principais objetivos da lei, que estabelece a construção de escolas inclusivas, contendo os recursos de acessibilidade necessários, e dita as bases para a criação de um projeto pedagógico que favoreça a integração e o desenvolvimento de alunos com deficiência em harmonia com alunos sem deficiência. 

Porém, em setembro de 2020, o Ministério da Educação apresentou uma nova Política Nacional de Educação Especial, que foi considerada um retrocesso pelos especialistas em inclusão e pela maioria das pessoas com deficiência, por incentivar a criação de escolas de atendimento especial, promovendo a segregação e a discriminação desses alunos. 

Atualmente, o decreto 10.502 está suspenso por determinação do STF e aguarda votação para ser definitivamente revogado ou não. 

Além disso, são reforçadas a importância do cumprimento da Lei de Cotas e o direito à acessibilidade no mercado de trabalho, qualificação profissional, entre outras medidas para garantir a empregabilidade do profissional com deficiência.

Você deseja uma sociedade mais acessível e inclusiva? Assine o Compromisso da Década Acessível!

Apesar de tantas conquistas, sabemos que ainda falta muito para termos uma sociedade totalmente inclusiva e acessível. Em muitos aspectos, a LBI só está no papel. Mas a Sondery quer mudar essa história e, para isso, precisa do seu apoio!

O Compromisso da Década Acessível é um compromisso com todas as pessoas — para todas as pessoas — por um futuro com mais acessibilidade, inclusão e igualdade de condições para todos. E aí, vem com a gente? Clique aqui e saiba mais sobre essa iniciativa!

O post Saiba tudo que mudou na vida das pessoas com deficiência na última década apareceu primeiro em Sondery - Acessibilidade Criativa.

]]>
Você conhece os símbolos de acessibilidade e o que significam? https://sondery.com.br/voce-conhece-os-simbolos-de-acessibilidade-e-o-que-significam/ https://sondery.com.br/voce-conhece-os-simbolos-de-acessibilidade-e-o-que-significam/#comments Mon, 21 Sep 2020 17:59:38 +0000 https://sondery.com.br/?p=1891   As iniciativas que priorizam a inclusão e a diversidade estão ganhando cada vez mais destaque no mundo atual. Se você é empresário, precisa ter uma empresa acessível. No entanto, não adianta ter recursos acessíveis se não souber como sinaliza-los.  Os símbolos de acessibilidade foram desenvolvidos a partir de uma iniciativa da ONU (Organização das […]

O post Você conhece os símbolos de acessibilidade e o que significam? apareceu primeiro em Sondery - Acessibilidade Criativa.

]]>
Sobre um fundo rosa claro, duas mãos seguram um cartão branco com um símbolo rosa de duas mãos abertas, uma com os dedos para cima e outra para baixo. Ao redor da imagem há um círculo branco um tracejado como se feito à lápis e reforçado por ele várias vezes.

 

As iniciativas que priorizam a inclusão e a diversidade estão ganhando cada vez mais destaque no mundo atual. Se você é empresário, precisa ter uma empresa acessível. No entanto, não adianta ter recursos acessíveis se não souber como sinaliza-los

Os símbolos de acessibilidade foram desenvolvidos a partir de uma iniciativa da ONU (Organização das Nações Unidas), cujo objetivo foi criar uma identidade visual única, que pudesse ser reconhecida no mundo inteiro. No Brasil, sua aplicação é regulamentada pela norma 9050 da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

Vamos apresentar alguns dos mais usados e também o seu significado. Não perca!

Quais são os símbolos de acessibilidade mais utilizados?

Símbolo Universal de Acessibilidade

Símbolo Universal de Acessibilidade: Ícone de uma pessoa dentro de um círculo. O corpo é formado por 4 traços pretos, representando os membros. A cabeça, mãos e pés são pequenos círculos de contorno preto e preenchimento azul claro.

Este é o mais novo símbolo de acessibilidade desenvolvido pelo Unidade de Desenho Gráfico do Departamento de Informação Pública da ONU, juntamente com organizações da sociedade civil que lutam pela causa: o Disability Alliance International, Rehabilitation International, Leonard Cheshire Internacional e Human Rights Watch, entre outros. 

O objetivo foi criar uma imagem onde todas as necessidades de acessibilidade fossem representadas de uma forma única, como o acesso à informação, serviços, tecnologias da comunicação e acessibilidade física, estabelecendo que a pessoa com deficiência não é só o cadeirante, como representado pelo famoso símbolo do “boneco na cadeira de rodas”. A figura de uma pessoa com os braços abertos representa a inclusão para todos os tipos de deficiência.

Mas atenção: ele não substitui o Símbolo Internacional de Acesso.

Símbolo internacional de acesso

Símbolo internacional de Acesso: ícone de pessoa na cadeira de rodas, virado para direita. O ícone está repetido 3 vezes para mostrar a variação possível de cores e abaixo de cada um há o texto, respectivamente "A) branco sobre fundo azul; b) branco sobre fundo preto; c) preto sobre fundo branco".

Você provavelmente já o viu nos transportes públicos ou locais com grande circulação de pessoas, como shoppings, parques etc.

A imagem consiste em um cadeirante desenhado em branco sobre fundo azul, podendo, também, ser representada com fundo branco e pictograma preto. A figura deve estar sempre voltada para o lado direito.

Ele indica acessibilidade nas edificações, no mobiliário, nos espaços e nos equipamentos urbanos. 

Deficiências Visuais

Símbolo internacional da pessoa com deficiência visual: Ícone de uma pessoa virada para a direita segurando uma bengala. O ícone está repetido 3 vezes para mostrar suas variações de cores permitidas e abaixo de cada uma o texto correspondente: a) branco sobre fundo azul, b) branco sobre fundo preto, c) preto sobre fundo branco".

Demonstra a existência de equipamentos, mobiliário e serviços para pessoas com deficiência visual.

Símbolo cão-guia:  Sobre fundo azul, ícone de uma pessoa com um cão-guia a esquerda dela em traços brancos.

Cão-guia: permite a entrada de pessoas com deficiências visuais com o cão-guia. Por lei, todo local público deve autorizar a entrada do animal.

Símbolo Braille: Sobre um fundo azul há seis pontinhos brancos dispostos em duas colunas de três pontinhos, abaixo o texto Braille.

Braille: sistema que permite a identificação das letras e números pelo tato, viabilizando a leitura e a escrita dos cegos. A sinalização em braille em locais públicos é muito importante.

Deficiência auditiva

Símbolo Internacional da Deficiência Auditiva: Sobre fundo azul, ícone branco do contorno de uma orelha. um traço corta o símbolo na diagonal - do canto superior direito para o inferior esquerdo.

Símbolo Internacional Deficiência Auditiva: sinaliza o suporte para usuários surdos, tanto em ambientes físicos quanto virtuais. Também pode ser usado para identificar uma pessoa com deficiência auditiva e no carro, quando o motorista for surdo.

Closed Captions: Em um retângulo branco arredondado nas bordas há as letras CC maiúsculas em azul.

Closed Caption (legendas ocultas): recurso já existente em todos os aparelhos de televisão modernos, que possibilita ativar legendas para melhorar a compreensão das pessoas surdas.

Símbolo do Intérprete de Libras: Sobre um fundo azul há duas mãos brancas espalmadas, uma virada para cima e a outra para baixo.

Intérprete de Libras: deve constar em todo conteúdo que conta com interpretação de Libras, sendo mais comum nos websites, vídeos e eventos presenciais.

Deficiência Intelectual

Símbolo Deficiência Intelectual: Sobre um fundo azul há o contorno em branco da cabeça de uma pessoa de perfil com o desenho do cérebro.

Apresenta serviços voltados a pessoas com limitações nas habilidades cognitivas e de comportamento. 

Nanismo

Símbolo Nanismo: Sobre fundo azul ícone branco de uma pessoa com braços encurtados, cintura demarcada e com as pernas marcadas ao meio horizontalmente por uma linha azul.

Você sabia que, somente em 2004, o nanismo foi incluído na lista oficial de deficiências físicas? Pessoas com baixa estatura necessitam de diversas adaptações nos ambientes, no entanto, infelizmente, é raro ver essa preocupação em locais públicos.

Neurodiversidade

Símbolo do infinito (um oito deitado) colorido.

Símbolo criado pelas próprias pessoas neurodivergentes para auxiliar na conscientização e visibilidade. O símbolo que consiste no infinito colorido. Usado, inclusive mas não unicametne, pelas pessoas autistas.

Por que você precisa utilizar os símbolos de acessibilidade?

Aplicando os símbolos de acessibilidade em sua comunicação visual, você mostra que se preocupa com a inclusão de pessoas com deficiência e sua empresa ganha muito mais credibilidade no mercado. Se você é empresário, precisa ter uma empresa acessível. No entanto, não adianta ter recursos acessíveis se não souber como sinaliza-los.

Mas fique atento: é preciso seguir direitinho as normas da ABNT, obedecendo aos tamanhos, cores etc.

Quer economizar tempo e dinheiro? Deixa com a Sondery! Temos profissionais especializados em elaborar uma sinalização perfeita para sua empresa. Entre em contato e saiba mais! 

O post Você conhece os símbolos de acessibilidade e o que significam? apareceu primeiro em Sondery - Acessibilidade Criativa.

]]>
https://sondery.com.br/voce-conhece-os-simbolos-de-acessibilidade-e-o-que-significam/feed/ 4
4 soluções de acessibilidade que sua empresa pode começar a fazer agora mesmo https://sondery.com.br/4-solucoes-de-acessibilidade-que-sua-empresa-pode-comecar-a-fazer-agora-mesmo/ Fri, 15 May 2020 20:17:03 +0000 https://sondery.com.br/?p=1866 Acessibilidade é lei e deve ser prioridade na sua empresa. A primeira coisa que vem à cabeça quando pensamos no assunto é construir rampas, elevadores, banheiros adaptados, etc.  Tudo isso é muito importante, mas requer obras que levam tempo.   Porém, você não precisa esperar tanto. Este artigo traz algumas soluções de acessibilidade que podem ser […]

O post 4 soluções de acessibilidade que sua empresa pode começar a fazer agora mesmo apareceu primeiro em Sondery - Acessibilidade Criativa.

]]>
Em um escritório, uma mulher branca de cabelos ruivos curtos, de casaco marrom e calça jeans, está em uma cadeira de rodas segurando um postit laranja, virada para uma porta de vidro onde há vários postits da mesma cor grudados. Ao lado esquerdo dela, um homem de camisa preta com listras brancas está em pé grudando um postit na porta.


Acessibilidade é lei e deve ser prioridade na sua empresa. A primeira coisa que vem à cabeça quando pensamos no assunto é construir rampas, elevadores, banheiros adaptados, etc. 

Tudo isso é muito importante, mas requer obras que levam tempo.  

Porém, você não precisa esperar tanto. Este artigo traz algumas soluções de acessibilidade que podem ser adotadas hoje mesmo para deixar a sua empresa mais acessível, algumas delas sem nenhum custo! Vamos ver?

1. Mantenha um ambiente de trabalho organizado 

Materiais ou equipamentos de uso coletivo, como bebedouros, café, impressoras, devem estar a uma altura que todos possam alcançar — inclusive pessoas com nanismo e cadeirantes. 

Outra medida importante é eliminar todos os obstáculos possíveis, deixando espaços livres para a passagem de cadeiras de rodas e muletantes.

2. Quebre a barreira da acessibilidade digital

Todos os canais da sua empresa, incluindo sites, redes sociais e campanhas, devem contar com recursos de acessibilidade digital, tais como: 

Legendas, Libras e audiodescrição em vídeos

O ideal é ter os três juntos, mas, se não for possível em um primeiro momento, comece com a legenda. O YouTube tem uma ferramenta que facilita a criação de legendas nos seus vídeos, sem a necessidade de ter um programa ou aplicativo específico para isso. Em vídeos mais simples, em apenas um ambiente e sem gráficos ou imagens, você pode pedir para que a própria pessoa que está participando do vídeo se descreva e descreva o ambiente. É importante ressaltar que a audiodescrição possui técnicas e regras específicas para possibilitar a formação imagética das cenas para os cegos, mas que esta forma simplificada pode ser um passo inicial enquanto você ainda não tiver um profissional  e um revisor de audiodescrição  fazendo a consultoria para os seus vídeos.

Com isso, você amplia o alcance do seu conteúdo e também suas vendas!

Texto alternativo ou descrição nas imagens

O texto alternativo é uma descrição detalhada da imagem, que pode ir na legenda com a #paracegover ou no campo “texto alternativo”, presente no Facebook, Instagram e na maioria das plataformas. 

Dessa forma, a pessoa com deficiência visual consegue ouvir a descrição através do leitor de tela, um recurso usado em computadores e dispositivos móveis. 

Veja abaixo um vídeo da Sondery sobre a importância da acessibilidade digital nos seus conteúdos para atrair mais consumidores:

3. Tenha uma atitude acessível

Acessibilidade não é feita só por tecnologias ou recursos físicos. Ela também é uma questão de comportamento. A regra de ouro é: se você se encontrar em uma situação em que não sabe como proceder, sempre pergunte  à pessoa o que você deve fazer. É melhor que ela te diga e você faça a coisa certa de uma vez, do que ficar criando situações constrangedoras por causa de falta de conhecimento, né? 

Veja algumas dicas do que fazer (ou não) ao receber um parceiro ou colaborador com deficiência no seu ambiente de trabalho: 

Pessoas surdas

  • Pergunte com antecedência se ela é usuária de Libras e, se for o caso, contrate um intérprete para a ocasião. É importante instruir o intérprete sobre os assuntos que serão tratados no encontro, para que ele possa estudar palavras específicas que possam não ser tão comuns.
  • Mesmo com a presença de um intérprete, pergunte se ela faz leitura labial. Se sim, fale bem devagar e dirija-se diretamente a ela.  
  • Dê preferência aos e-mails ou mensagens de texto para entrar em contato com o surdo. 

Pessoas com deficiência visual

  • Não estenda a mão para cumprimentá-lo.
  • Se precisarem andar pela empresa, por exemplo se você foi receber a pessoa na recepção para levá-la a  uma sala de reunião, não puxe-a pela mão,  mas ofereça o seu braço para que ela se apoie caso queira.
  • Se houver mais alguém presente, indique onde estão colocados em relação à pessoa com deficiência e com quem você está falando.
  • Caso utilize alguma apresentação com imagens e gráficos, descreva para a pessoa o que você está mostrando na tela.
  • Ao encerrar a conversa, despeça-se e avise-a que vai se afastar. 
  • Se ela tiver um cão-guia, não o distraia. Entenda que o animal não está lá para brincar.

Pessoas com deficiência física 

  • Posicione-se sempre em frente a ele e olhe-a diretamente.
  • Procure manter-se parado enquanto conversa com ela.
  • Nunca toque na cadeira de rodas ou a empurre sem o seu consentimento.
  • Se a pessoa tiver apenas mobilidade reduzida, pergunte se ela precisa de ajuda e como proceder.

4. Promova uma cultura de acessibilidade e inclusão na sua empresa

Para ter um ambiente realmente acessível e inclusivo, você precisa criar essa cultura dentro da sua empresa. 

Envolva o departamento de gestão de pessoas, departamento de marketing e, de preferência, uma consultoria de acessibilidade como a Sondery, que poderá avaliar a sua empresa e avaliar quais as soluções de acessibilidade devem ser implementadas e qual a melhor maneira de implementá-las, assim como promover palestras e treinamentos sobre o tema, para sensibilizar os colaboradores.

O post 4 soluções de acessibilidade que sua empresa pode começar a fazer agora mesmo apareceu primeiro em Sondery - Acessibilidade Criativa.

]]>
Acessibilidade no Brasil: tudo o que a sua empresa precisa saber (leis e dicas) https://sondery.com.br/acessibilidade-no-brasil-tudo-o-que-a-sua-empresa-precisa-saber/ Thu, 23 Apr 2020 13:00:34 +0000 https://sondery.com.br/?p=1820 Criar um ambiente mais acessível e inclusivo é responsabilidade de todos, mas, por incrível que pareça, boa parte da população ainda desconhece as normas acessibilidade no Brasil. Por isso, as empresas que cumprem as regras estabelecidas ainda são minoria.E as pessoas com deficiência, também por falta de conhecimento, não exigem o que é um direito […]

O post Acessibilidade no Brasil: tudo o que a sua empresa precisa saber (leis e dicas) apareceu primeiro em Sondery - Acessibilidade Criativa.

]]>
Sobre uma mesa há um computador com três postits nas cores amarelo, rosa e verde grudados. Neles estão escritos em letra cursiva os termos "tecnologia assistiva", "inclusão" e "LBI". Sobre a mesa há três bloquinhos de postits nas mesmas cores, com os termos "diversidade", "acessibilidade" e "convenção ONU".

Criar um ambiente mais acessível e inclusivo é responsabilidade de todos, mas, por incrível que pareça, boa parte da população ainda desconhece as normas acessibilidade no Brasil. Por isso, as empresas que cumprem as regras estabelecidas ainda são minoria.
E as pessoas com deficiência, também por falta de conhecimento, não exigem o que é um direito garantido pela Constituição há, pelo menos, 20 anos.

Instituições públicas, privadas e do terceiro setor, funcionários contratados, terceirizados, autônomos. Não importa a sua função ou área, você precisa saber o que diz a lei de acessibilidade no Brasil e como aplicá-la no seu trabalho.

Seguindo essas normas, além de mostrar que está por dentro da lei, você estará abrindo as portas para que os consumidores com deficiência conheçam seus produtos e serviços.

Neste texto, contamos tudo sobre as regras de acessibilidade no Brasil e como ela pode impactar os seus negócios. Confira!

Como a acessibilidade contribui para o crescimento da sua empresa

O poder de compra das pessoas com deficiência já foi assunto aqui do blog outras vezes. Na prática, existem mais de 45 milhões de pessoas com deficiência no Brasil, que estão dispostas a consumir os mais diversos produtos e serviços e movimentam um mercado milionário. 

Só que, para que que elas possam satisfazer suas necessidades, as empresas precisam ter adaptações não só na parte física (rampas, elevadores e banheiros), mas também na forma de se comunicar com seu consumidor.

As pessoas com deficiência têm poder aquisitivo e de decisão, assim, quando elas têm a oportunidade de conhecer bem uma marca ou produto, se tornam consumidores fiéis, pois veem que o seu direito está sendo respeitado.

Mas será que o site da sua empresa possui todos os recursos de acessibilidade? E as campanhas de marketing, estão aptas para que um consumidor com deficiência veja, entenda e se interesse pelo seu produto?

Se você não sabe responder a estas perguntas, é sinal de que precisa conhecer mais sobre as normas de acessibilidade no Brasil, ou a Lei Brasileira de Inclusão. 

O que elas determinam e o que deve ser feito na prática para que sua empresa seja realmente acessível? É sobre isso que vamos falar a seguir.

A função da LBI (Lei Brasileira de Inclusão)

No ano de 2016, entrou em vigor a Lei Brasileira de Inclusão, também conhecida como o Estatuto da Pessoa com Deficiência. E ela traz avanços significativos em relação à lei antiga, que é do ano 2000. 

O texto é baseado na Convenção da ONU sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência — o primeiro tratado internacional de direitos humanos a virar uma emenda constitucional —, e a principal inovação trazida pelo novo Estatuto está no conceito da palavra deficiência. 

Segundo o texto, a deficiência “não é mais entendida como uma condição estática e biológica da pessoa, mas sim como o resultado da interação das barreiras impostas pelo meio com as limitações de natureza física, mental, intelectual e sensorial do indivíduo”.

Isso significa que a deficiência não é uma característica do indivíduo, sendo o “resultado da falta de acessibilidade que a sociedade e o Estado dão às características de cada um” .

A LBI defende que a deficiência não está na pessoa, e sim, no meio onde ela vive. Então, quanto mais acessos e oportunidades as pessoas com deficiência tiverem, menores serão as suas dificuldades para se locomover, se relacionar e exercer seu papel na sociedade.

Assim, seu principal objetivo é garantir que a pessoa com deficiência tenha os mesmos direitos — e, também, deveres —, de uma pessoa sem deficiência.

O que diz a Lei Brasileira de Inclusão

Veja a seguir os principais pontos do documento que podem ajudar a sua empresa a conquistar muitos consumidores com deficiência e crescer mais rápido no mercado.

Acesso à informação e comunicação

Segundo o artigo 21 da Convenção da ONU, o acesso à informação é um direito fundamental de todas as pessoas, inclusive as pessoas com deficiência. 

Por isso, as empresas que mantêm um site na internet são obrigadas a implantar recursos de acessibilidade. Existe um documento criado (e regularmente atualizado) pelo W3C com as diretrizes de acessibilidade para conteúdo web (WCAG), com informações técnicas e práticas de como deixar um site acessível. São princípios simples, que fazem toda a diferença. Por exemplo, colocar audiodescrição em fotos e vídeos, para que cegos e pessoas com baixa visão tenham a tradução em áudio através do leitor de tela da parte visual do site, escrever textos com uma linguagem simplificada para facilitar o entendimento de pessoas com alguma deficiência cognitiva, ou até mesmo colocar um avatar de tradução em Libras, para os surdos usuários de Libras que não são oralizados.

Implementação de tecnologia assistiva

São chamados de tecnologia assistiva os instrumentos, recursos e serviços que proporcionam ou ampliam as habilidades das pessoas com deficiências, permitindo a realização de atividades diárias no âmbito pessoal ou profissional, isso inclui ter acesso à informação e à comunicação.

Saiba mais sobre os recursos de tecnologia assistiva aqui.

Para planejar a acessibilidade de serviços, produtos, eventos, comunicação e outras vertentes de uma empresa, é preciso considerar duas variáveis: 

1) cada tipo de deficiência tem sua necessidade específica; 

2) cada formato de serviço, produto, comunicação precisa ser tratado de forma diferente na hora da implementação dos recursos de acessibilidade.

Por exemplo, em um vídeo institucional com intérprete de Libras, legendas e audiodescrição, precisamos ter alguns cuidados com posicionamento da janela de Libras, o tempo onde a audiodescrição irá ser encaixada, tudo é muito mais estudado e controlado. Já em um evento, apesar de serem essencialmente os mesmos recursos, são feitos em tempo real, o que adiciona um desafio a mais, inclusive para a legenda, que precisa ser feita em alta velocidade para acompanhar o palestrante – este recurso se chama estenotipia.

Inclusão no mercado de trabalho 

O direito ao trabalho é fundamental para a dignidade humana. Sobre isso, o estatuto diz que as empresas devem promover a colocação competitiva, ou seja, oferecer aos candidatos com deficiência as mesmas condições e oportunidades que os demais.

Ao contratar um profissional com deficiência, o empresário tem que fornecer a ele todos os recursos e adaptações necessárias para que ele possa desempenhar o seu trabalho de forma satisfatória.

Porém, uma coisa precisa ficar clara: ter uma empresa acessível nem sempre é promover a inclusão. Não adianta cumprir todas as regras de acessibilidade e tratar a pessoa com deficiência com capacitismo, achando que ele não pode tomar decisões ou vai produzir menos do que o seu colega sem deficiência.

Não sabe o que é capacitismo? Assista ao vídeo abaixo, onde a Ana Clara, fundadora da Sondery, explica o significado do termo.

Por que grandes empresas devem investir em acessibilidade e inclusão? 

As maiores empresas do mundo possuem programas para atrair pessoas com deficiência, LGBTQ+, etnias, etc. Você sabe por quê? Porque a diversidade se tornou um elemento estratégico nos negócios. Os líderes das empresas entenderam que ela favorece a produtividade e a criação de novas ideias.

Portanto, para sua empresa ser mais competitiva, é preciso construir um ambiente onde todos possam contribuir e crescer juntos, independentemente de raça, religião, deficiência ou opção sexual. 

Se depois de ler esse texto você percebeu de que sua empresa ainda não possui um ambiente totalmente acessível ou inclusivo, conte com a gente! A Sondery é uma consultoria especializada em projetos de acessibilidade e nossa missão é deixar seus produtos e canais de comunicação mais acessíveis!

O post Acessibilidade no Brasil: tudo o que a sua empresa precisa saber (leis e dicas) apareceu primeiro em Sondery - Acessibilidade Criativa.

]]>
Como deixar a sua empresa mais acessível para pessoas com deficiência https://sondery.com.br/como-deixar-a-sua-empresa-mais-acessivel-para-pessoas-com-deficiencia/ https://sondery.com.br/como-deixar-a-sua-empresa-mais-acessivel-para-pessoas-com-deficiencia/#comments Thu, 06 Jun 2019 19:32:34 +0000 https://sondery.com.br/?p=1599 Imagine a seguinte situação: você tem uma reunião de negócios super importante e descobre que a pessoa com quem você vai conversar é cadeirante. Ou surda. Ou cega. Outra: sua empresa está crescendo — ótimo! Só que esse crescimento traz a responsabilidade de contratar pessoas com deficiência. Tais situações podem acontecer com qualquer empresário. Afinal, […]

O post Como deixar a sua empresa mais acessível para pessoas com deficiência apareceu primeiro em Sondery - Acessibilidade Criativa.

]]>
Vista por dentro há uma grande janela de vidro na qual há diversos post-its colados vermelhos, verdes, brancos, azuis e amarelos. Tanto à direita como à esquerda da janela há mesas brancas com cadeiras de escritório pretas encostadas, sobre o chão de carpete cinza.

Imagine a seguinte situação: você tem uma reunião de negócios super importante e descobre que a pessoa com quem você vai conversar é cadeirante. Ou surda. Ou cega.

Outra: sua empresa está crescendo — ótimo! Só que esse crescimento traz a responsabilidade de contratar pessoas com deficiência.

Tais situações podem acontecer com qualquer empresário. Afinal, as pessoas com deficiência estão presentes em todas as áreas de atuação, seja como colaboradoras, gestoras ou até líderes de empresas. Nada impede que você receba um cliente ou parceiro de negócios com essas características.

E a única maneira de se preparar é ter uma empresa acessível. Grandes corporações, como HP, Microsoft, Facebook, PwC e Senac já entenderam isso e são reconhecidas por suas práticas em acessibilidade e inclusão.

Você, como gestor que quer melhorar os seus negócios, também deve estar atento a esta realidade e deixar a sua empresa mais acessível! Não sabe como? A gente te dá as dicas!

Eliminar as barreiras físicas e de comunicação

A primeira coisa a ser feita para tornar a sua empresa mais acessível é adaptar o ambiente de trabalho. Se seu escritório tem apenas escadas, coloque rampas ou elevadores, adotando a sinalização sonora com descrição em braile. Ah, e também tem que ter um banheiro adaptado, claro.

Mas atenção: não adianta apenas sair construindo rampas e elevadores; é preciso fazer da maneira correta, para que eles sirvam ao seu propósito. Pois é mais frustrante para uma pessoa com deficiência chegar a um lugar que ela acredita ter acessibilidade, mas que não ajuda em nada. Como uma rampa com inclinação errada, um piso tátil que termina em uma parede ou um banheiro acessível com o tipo errado de privada. O melhor é contar com uma consultoria especializada em acessibilidade, que irá avaliar a melhor maneira de fazer estas mudanças.

Pense, também, nos materiais de comunicação da empresa. Sabe aquela campanha de marketing show de bola? E o vídeo institucional? Eles também devem ser compreendidos pelos colaboradores ou clientes com deficiência!

Contratar é preciso, mas incluir é ainda mais!

Ainda há um longo caminho a ser percorrido quando se fala em inclusão no mundo corporativo. Não basta contratar, é preciso oferecer as ferramentas que o funcionário precisa para fazer bem o seu trabalho.

Reconhecer o que ele faz de melhor e as suas ambições profissionais, dando o treinamento e suporte necessários para o seu desenvolvimento — como, aliás, deve ser feito com qualquer outro profissional da empresa.

Com informação, é possível criar uma cultura de diversidade e inclusão e melhorar o clima organizacional, o que acaba se tornando uma vantagem estratégica para os negócios. Se quiser saber mais sobre o recrutamento e seleção de pessoas com deficiência, a gente já falou sobre isso aqui no nosso blog.

Invista em um projeto de acessibilidade

Sem dúvida, as empresas que levam a sério essas questões são bem vistas no mercado. Mas não é fácil saber por onde começar.

Por isso, para não ter erro, conte com a consultoria da Sondery. Podemos identificar as suas necessidades, criar um projeto personalizado e executar todas as mudanças junto aos melhores fornecedores do mercado, tornando sua empresa mais acessível para todos.

O post Como deixar a sua empresa mais acessível para pessoas com deficiência apareceu primeiro em Sondery - Acessibilidade Criativa.

]]>
https://sondery.com.br/como-deixar-a-sua-empresa-mais-acessivel-para-pessoas-com-deficiencia/feed/ 2
Recrutamento e seleção de pessoas com deficiência: indo além das vagas de cota https://sondery.com.br/recrutamento-e-selecao-de-pessoas-com-deficiencia-indo-alem-das-vagas-de-cota/ https://sondery.com.br/recrutamento-e-selecao-de-pessoas-com-deficiencia-indo-alem-das-vagas-de-cota/#comments Fri, 03 May 2019 17:07:13 +0000 https://sondery.com.br/?p=1602 Sabe aquela frase que diz que ninguém é igual a ninguém? Pois é. Ela nos fala sobre a importância da diversidade nas nossas vidas. Imagine se todo mundo pensasse e agisse igual. Ou tivesse as mesmas características físicas. Definitivamente, não haveria nada de novo para ver. A vida seria muito chata. No mundo corporativo não […]

O post Recrutamento e seleção de pessoas com deficiência: indo além das vagas de cota apareceu primeiro em Sondery - Acessibilidade Criativa.

]]>
Duas mulheres estão sentadas em cadeiras pretas um escritório de parede de tijolos à mostra. Na frente delas há uma mesa de madeira. Elas olham uma para a outra. A mulher da esquerda tem cabelos curtos loiros, usa camisa estampada branca e está segurando uma agenda com a mão direita. A outra tem cabelos pretos lisos e usa um blazer preto sobre uma camisa cinza.

Sabe aquela frase que diz que ninguém é igual a ninguém? Pois é. Ela nos fala sobre a importância da diversidade nas nossas vidas. Imagine se todo mundo pensasse e agisse igual. Ou tivesse as mesmas características físicas. Definitivamente, não haveria nada de novo para ver. A vida seria muito chata.

No mundo corporativo não é diferente. Se no passado as empresas buscavam pessoas que seguissem um certo “padrão” de comportamento ou aparência, hoje, elas finalmente estão entendendo que quanto mais diverso for o grupo de trabalho, mais eficiente e criativo ele será.

Algumas das organizações mais conhecidas do mercado lideram a lista das que apostam na diversidade como diferencial competitivo e estratégico de negócio. São nomes como Microsoft, HP, Starbucks, American Airlines e muitos outros que aparecem no ranking do Best Place to Work for Disability Inclusion, premiação internacional que reconhece as melhores empresas para trabalhadores com deficiência dos EUA.

Estas empresas já perceberam há muito tempo que ter colaboradores não apenas com  deficiência, mas também de diferentes origens, religiões e orientações sexuais, entre outras características, gera mais resultados positivos para os negócios. Porque, como diz Reinaldo Bulgarelli, coordenador dos cursos de sustentabilidade, responsabilidade social, diversidade e terceiro setor da Faculdade Getúlio Vargas (FGV),  nesta entrevista: “Pensamentos, histórias de vida e experiências diversas, quando somadas, ajudam a ampliar o olhar da organização e, consequentemente, impactam positivamente no trabalho e na produtividade”.

Só que, infelizmente, a maioria das organizações no Brasil ainda está andando na contramão das gigantes multinacionais — e perdendo muitas oportunidades. De acordo com uma pesquisa feita pela consultoria Isocial, especializada em recrutamento e seleção de pessoas com deficiência, 86% dos empregadores ainda têm essa mentalidade.

Dados do Ministério do Trabalho mostram que, se todas as empresas cumprissem a lei, hoje haveria pelo menos 827 mil vagas ocupadas por PCDs. Mas a realidade é que esse número não chega nem aos 400.000.

Os recrutadores devem enxergar além da simples obrigação de contratar pessoas com deficiência, reconhecendo o potencial produtivo dessas pessoas e oferecendo oportunidades reais de desenvolvimento profissional.

No texto de hoje, vamos revelar como fazer um processo bem-sucedido de recrutamento e seleção de pessoas com deficiência e, principalmente, como reter e desenvolver esses profissionais. Mas antes, uma perguntinha para iniciar a reflexão:

Por que, afinal, as empresas preferem pagar a multa e não cumprir a cota?

Uns dizem que não há muitos PCD’s procurando emprego, o que não é verdade. Somos cerca de 45 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência no Brasil (Censo IBGE de 2010), a maioria em idade ativa.

Outros argumentam que não há PCDs qualificados, o que em algumas áreas pode até ser verdade, mas existem políticas que garantem o acesso à educação e qualificação profissional das pessoas com deficiência. Além disso, as novas tecnologias de educação a distância também ajudam a mudar esse quadro.

O que existe, na verdade, é uma confusão entre o que é contratar e o que é incluir. E isso acaba resultando em contratações mal sucedidas, turn-over alto e outras complicações.

Os executivos precisam se conscientizar de que a contratação é somente o começo do processo de inclusão. Ou seja, é necessário investir em capacitação, dar a esses profissionais o espaço e as ferramentas que eles precisam para garantir o seu desenvolvimento — e, consequentemente, sua motivação. Assim, eles com certeza vão apresentar bons resultados.

Mas não é isso que deve ser feito com os demais profissionais também? É exatamente isso! As necessidades de um funcionário com deficiência são as mesmas de qualquer outro. O que muda são as formas e as ferramentas de trabalho. Logo, as oportunidades também devem ser iguais.

O processo de recrutamento e seleção de pessoas com deficiência requer maior atenção dos recrutadores. É necessário um planejamento que vai desde a solicitação da vaga pelo gestor até um plano de carreira para esses profissionais. Saiba agora como garantir boas contratações de PCDs.

Adote a política de vagas híbridas

Vagas híbridas são aquelas que podem ser ocupadas por pessoas com ou sem deficiência. A reserva de vagas em determinados departamentos ou funções favorece a segregação e limita o desenvolvimento desses profissionais. É justamente o que precisamos combater!

Dê à PCD uma vaga compatível com o seu perfil

Todo mundo que desempenha uma atividade que conhece ou tenha afinidade desenvolve um trabalho melhor e se sente mais valorizado, certo? Só que, por incrível que pareça, isso ainda é muito raro na contratação de PCDs.

Prepare os gestores e a equipe para a contratação

Campanhas internas, palestras e dinâmicas ajudam a disseminar informações sobre o tema e derrubar certos mitos que possam surgir. Promova atividades que estimulem a integração das PCDs. Não sabe o que apresentar? Uma consultoria como a Sondery pode te ajudar a preparar um conteúdo bacana!

Divulgue as vagas de um jeito acessível

É importante escolher sites de recrutamento que contém audiodescrição, Libras e legendas. E também, se a divulgação for feita com uma imagem, fazer a descrição detalhada para que o candidato com deficiência visual consiga visualizar tanto o que está escrito quanto o que está sendo mostrado.

Se necessário preencher algum formulário para candidatura, tome cuidado para que ele seja acessível, completamente compatível com softwares leitores de tela e que não fique muito extenso. A mesma coisa vale para os testes online.

A inclusão começa na entrevista

Conheça as necessidades do candidato já no agendamento da entrevista. Se ele é cadeirante, a empresa precisa ser acessível. Se for surdo, você tem que providenciar um intérprete de libras etc. A falta desses recursos pode prejudicar a participação dele no processo.

Ofereça plano de carreira e capacitação para todos

Pessoas com deficiência são tão dedicadas e produtivas quanto qualquer outro profissional, mas também precisam se sentir motivadas. Dê oportunidades de crescimento e forneça os treinamentos adequados para chegar lá!  Você vai ver os resultados!

Fazer um processo adequado de recrutamento e seleção de pessoas com deficiência traz muitos benefícios. Além de não levar a multa prevista em lei, as empresas contribuem para uma sociedade mais justa e com oportunidades iguais,  construindo um clima organizacional melhor, mais moderno e pronto para as mudanças que as maiores empresas do mundo estão promovendo. Gostou das dicas? Então, fale com a Sondery para criar processos seletivos mais inclusivos!

O post Recrutamento e seleção de pessoas com deficiência: indo além das vagas de cota apareceu primeiro em Sondery - Acessibilidade Criativa.

]]>
https://sondery.com.br/recrutamento-e-selecao-de-pessoas-com-deficiencia-indo-alem-das-vagas-de-cota/feed/ 2